Cidade já prevê cortes em investimentos de saúde e educação

Ana Paula
Santoscachoeiro@redegazeta.com.br
Presidente Kennedy, Litoral Sul do Estado, é a cidade com maior participação nos royalties do Espírito Santo e que, consequentemente, mais sofrerá com as perdas. No ano passado, o município arrecadou R$ 269 milhões só em recursos do petróleo. A queda no repasse acarretaria em uma diminuição dos investimentos em todas as áreas.
De acordo com a Associação dos Municípios do Espírito Santo (Amunes), em 2011 a cidade litorânea recebeu quase R$ 218 milhões, e com base nesses dados, este ano, com a regra aprovada pelo Congresso Nacional, a redução será de quase R$ 132 milhões, deixando nos cofres kennedenses com apenas R$ 86 milhões.
Segundo o assistente técnico especial da prefeitura do município, Luiz Carlos Menditi, a diminuição dos repasses dos recursos provenientes dos royalties deixarão o município à míngua. “Vai ser um verdadeiro caos. Não teremos como investir em saúde, educação. Não vamos conseguir acompanhar o desenvolvimento da região”, afirmou.
Ainda de acordo com informações de Menditi, hoje, a média de arrecadação mensal de Presidente Kennedy, sem contar com os recursos provenientes do petróleo, é de R$ 2,1 milhões ou R$ 25,2 milhões por ano, nem 10% do que vem da exploração do óleo e do gás. “Os nossos recursos mal pagam os funcionários efetivos e comissionados. A cidade vai regredir sem os royalties”.
Santoscachoeiro@redegazeta.com.br
Presidente Kennedy, Litoral Sul do Estado, é a cidade com maior participação nos royalties do Espírito Santo e que, consequentemente, mais sofrerá com as perdas. No ano passado, o município arrecadou R$ 269 milhões só em recursos do petróleo. A queda no repasse acarretaria em uma diminuição dos investimentos em todas as áreas.
De acordo com a Associação dos Municípios do Espírito Santo (Amunes), em 2011 a cidade litorânea recebeu quase R$ 218 milhões, e com base nesses dados, este ano, com a regra aprovada pelo Congresso Nacional, a redução será de quase R$ 132 milhões, deixando nos cofres kennedenses com apenas R$ 86 milhões.
Segundo o assistente técnico especial da prefeitura do município, Luiz Carlos Menditi, a diminuição dos repasses dos recursos provenientes dos royalties deixarão o município à míngua. “Vai ser um verdadeiro caos. Não teremos como investir em saúde, educação. Não vamos conseguir acompanhar o desenvolvimento da região”, afirmou.
Ainda de acordo com informações de Menditi, hoje, a média de arrecadação mensal de Presidente Kennedy, sem contar com os recursos provenientes do petróleo, é de R$ 2,1 milhões ou R$ 25,2 milhões por ano, nem 10% do que vem da exploração do óleo e do gás. “Os nossos recursos mal pagam os funcionários efetivos e comissionados. A cidade vai regredir sem os royalties”.
Fonte: Gazeta On Line
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